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‘Doença do Pombo’ mata dois homens em São Paulo, e acende alerta

Cinegrafista Mauro Sérgio e o empresário José Wilson estavam com a 'Doença do Pombo' — Foto: Arquivo Pessoal
No último mês, a criptococose, conhecida como ‘Doença do Pombo’, deixou duas vítimas em Santos, no litoral de São Paulo. A prefeitura informou que os atuais protocolos de saúde não obrigam a notificação dos casos, mas que realiza ações de prevenção.



O empresário José Wilson de Souza morreu em 18 de julho, enquanto a morte do cinegrafista Mauro Sérgio Gil Senhorães ocorreu no dia 23 do mesmo mês. Ambos ficaram internados por quatro meses em hospitais diferentes e, antes disso, tinham vida ativa e eram sadios, segundo familiares, a quem os médicos informaram sobre a doença.

Para evitar a proliferação das aves, especialistas explicam que se deve evitar alimentá-los. | Foto: Arquivo

Alerta

Os sintomas apresentados pelos dois homens eram semelhantes: intensa dor de cabeça, tonturas, febre, além de falta de ar e cansaço. Em algumas situações, as pessoas podem confundir os sinais da doença com gripe forte. Ao final da internação dos dois pacientes, os quadros se agravaram: o empresário chegou a ficar em coma.



A infecção é ocasionada por fungos que se proliferam nas fezes dos pombos e também em ocos de árvore. Eles se espalham pelo ar e o risco maior está em ambientes fechados, onde esses animais se abrigam. Após ser inalado pelas pessoas, o fungo se instala no pulmão e, depois, migra para o sistema nervoso central..Copyright © 2019, Toni Oliveira - Minas em Foco. Todos os direitos reservados )  



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