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FaceApp que muda gênero viraliza, mas pode oferecer risco aos dados do usuário



Apresentadora e modelo Ana Hickmann. - © Reprodução / Redes Sociais
O aplicativo FaceApp viralizou na internet nos últimos dias pelo filtro de “mudança de gênero”. Muitos anônimos e até famosos ficaram curiosos para saberem com seriam caso tivessem outro gênero, postando as fotos do “antes e depois” nas redes sociais.


Famosos como Mike Tyson, Michael Jordan, Neymar, Marta, Whindersson Nunes, Tirullipa, Maisa e Wesley Safadão entraram na “brincadeira”.

Mas, especialistas alertam para os riscos de usar o aplicativo. Segundo as críticas, o app não informa o que faz com os dados fornecidos pelos usuários — que podem estar alimentando bancos de reconhecimento facial indevidamente.

Desenvolvido pela empresa russa Wireless Lab, o editor tem uma política de privacidade padronizada e que não oferece “efetivamente nenhuma proteção”, como explica o comentarista de tecnologia Stilgherrian ao ABC News.

Na política de privacidade, a companhia diz que utiliza “ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. Estas ferramentas reúnem informação enviada pelo seu dispositivo ou pelo nosso serviço, incluindo as páginas web que visita, add-ons, e outra informação que nos ajude a melhorar o serviço.”


Histórico negativo
Em 2019, quando o editor bombou com seu filtro de envelhecimento, uma série de falhas de privacidade foram identificadas. Na ocasião, a empresa esclareceu que os usuários podem solicitar a remoção de dados da nuvem a qualquer momento. Basta acessar Configurações, clicar na aba “Suporte” e a opção aparecerá na tela.

Ao clicar na opção, o seguinte aviso é exibido: “Mesmo sem a solicitação de remoção de dados, todas as fotos são automaticamente excluídas em 48 horas após a última operação de edição”.