O homem de 25 anos suspeito de fingir que estava rezando para furtar o cofre de doações de uma igreja foi identificado e preso pelas autoridades. O crime aconteceu na tarde de 13 de julho de 2026, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas Gerais.
Segundo as investigações, o suspeito entrou no templo e se ajoelhou diante da imagem de São José, simulando um momento de oração enquanto observava a movimentação de fiéis no interior da igreja.
Pouco depois, ele retirou uma ferramenta escondida na calça, arrombou o gazofilácio — cofre utilizado para armazenar as ofertas dos fiéis — e pegou o dinheiro que estava no local.
A ação foi percebida por uma fiel, que imediatamente alertou outras pessoas presentes na igreja. Um homem ainda tentou impedir a fuga, mas o suspeito conseguiu escapar correndo antes da chegada da polícia.
Apesar do crime, o prejuízo financeiro foi considerado pequeno. De acordo com o pároco da igreja, o cofre havia sido esvaziado poucos dias antes, reduzindo o valor levado pelo criminoso.
Prisão
Conforme as investigações divulgadas por veículos de imprensa da região, o suspeito foi preso pouco mais de 24 horas após o furto.
As apurações apontaram que ele já utilizava tornozeleira eletrônica em razão de um furto anterior cometido em uma padaria da região. O mandado de prisão foi cumprido por descumprimento das condições do monitoramento eletrônico, além da instauração de um novo inquérito policial pelo furto cometido na paróquia.
O caso segue sob investigação para a conclusão do procedimento e adoção das medidas judiciais cabíveis.
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